segunda-feira, 22 de agosto de 2016
quarta-feira, 29 de maio de 2013
pablo & os filmes: Coluna Innovare - Parte 4: Eduardo e Mônica
“Quem
um dia irá dizer
Que
existe razão
Nas
coisas feitas pelo coração?”
Vamos inovar um pouco – Com o lançamento de Faroeste Caboclo na
próxima sexta usamos outra música cinematográfica do Legião Urbana, Eduardo e
Mônica, lançada em Junho de 1986, é certamente uma das mais famosas canções da
banda brasiliense, já foi adaptada para uma peça teatral, uma campanha
publicitária de uma operadora de telefonia em 2011 e agora servirá para a
coluna Innovare.
E pra inovar com estilo, escalei
um elenco brazuca, começando pela direção do multi talento Selton Mello, com
seu maravilhoso longa O Palhaço, 2011 – ele conta com a sensibilidade
necessária para essa improvável linda história de amor escrita por Renato
Russo. Dirigiu a série Sessão de Terapia, do canal GNT.
Para as outras participações
como o “Cara do cursinho” o jovem Kayky Brito seria minha opção. Gente
esquisita da festa? A fantástica Grace Gianoukas, do Terça Insana – para quem
não assistiu, corre pro You Tube, é muito bom, pra rir sem parar. De avô
parceiro de jogos de futebol de botão o maravilhoso Paulo José, que certo conta
com a maior carreira cinematográfica de todas minhas escolhas, atuou em mais ou
menos umas 90 produções, entre novelas, filmes, peças de teatro – é pra fechar
com chave de ouro.
Ia adaptar para um elenco
estrangeiro, mas fã de cinema nacional creio que estaríamos bem representados
com minhas escolhas. Não sei vocês, mas eu estou ansiosa para Faroeste Caboclo,
fica a torcida para que eles possam expressar o que Renato Russo significou
para muitas gerações. Pra quem quiser ter uma trilha sonora, segue aí o link da
canção “adaptada”.
Por hoje é só pessoal.
Até
a próxima semana.
Kelly Lima
terça-feira, 28 de maio de 2013
terça-feira, 21 de maio de 2013
pablo & os filmes: Coluna Innovare - Parte 3: O Mágico de Oz
Já não tem um remake recente
chegando às locadoras do Mágico de Oz??? Não! Oz, Mágico e Poderoso (Oz:
The Great and Powerful, 2013) imagina as origens dos principais personagens,
por isso decidimos inovar o clássico de 1939, com algumas
escolhas inusitadas – porém interessantes, no mínimo.
Na
direção do novo longa escolhi - Stephen
Daldry que é conhecido por sua maestria em Billy Elliot, 2000 dirigiu Tão Forte, Tão Perto (Extremely Loud &
Incredibly Close, 2011) – indicado ao Oscar de Melhor filme, mas o que me fez
escolher Stephen foi sua delicada direção em As Horas (The Hours, 2002) que deu
a Nicole Kidman o Oscar de Melhor Atriz, por sua interpretação fantástica de
Virginia Woolf.
Como
Dorothy escolhi a competente Alice Englert, é uma atriz australiana mais
conhecida por seus papéis como Rosa no filme Ginger & Rosa, 2012 e como
Lena Duchannes no filme Dezesseis Luas (Beautiful Creatures, 2013). Alice é filha
da diretora Jane Campion, e o cineasta Colin Englert.
Para
o Todo-Poderoso Mágico de Oz escolhi Christopher Walken, maduro, versátil desde
empresário assassino em Batman – O Retorno (Batman Returns, 1992), passando por
pai de Leonardo Dicaprio em Prenda-Me Se For Capaz (Catch Me If You Can, 2002)
até marido apaixonado em Hairspray Em Busca da Fama (Hairspray, 2007) entre
outros muitos papéis excêntricos que o veterano tira de letra.
Glinda
com toda sua classe e doçura oferece a Dorothy uma luz em sua busca, por isso
Jessica Chastain, que vem de iluminada com suas grandes atuações em A Hora Mais
Escura (Zero Dark Thirty, 2012), Histórias Cruzadas (The Help, 2011), creio que
seja a melhor escolha dessa inovação de elenco, desconsiderando a clara a
semelhança física das atrizes.
E Bruxa do Oeste??? – só pude pensar em Lana Parrilla, que atualmente
interpreta a Evil Queen na série Once Upon a Time – desde o início da série
arrebatou a maior parte dos fãs, com sua inescrupulosa atuação de Rainha Má, é
mais ou menos um efeito Darth Vader em Star Wars – não dá vontade alguma de
torcer pelos mocinhos.
De espantalho inteligente e descerebrado vemos um
pouco de Johnny Deep, não? Eu sim. Uma das minhas primeiras escolhas, pois seu
trabalho em Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland, 2010) foi muito
bom, mas é com Edward Mãos de Tesoura (Edward Scissorhands, 1990) que talvez o
Espantalho se pareça e certamente com Jack Sparrow em Piratas do Caribe (Pirates
of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl, 2003) que a escolha do
espantalho tenha sido inspirada. Para o bravo Leão lembrei de Mike Myers como O
Gato (Dr. Seuss' The Cat in the Hat, 2003) e sua sátira de James Bond – Austin
Powers que correm rumores que terá uma continuação – nada confirmado ainda.
Homem Lata sem coração que arrancará muitos suspiros só de aparecer na tela,
estou falando de Ryan Gosling, vindo de alguns filmes cults muito interessantes
como A Passagem (Stay, 2003), Drive 2011 e Tudo pelo Poder (The Ides of March,
2011) o rapaz ganha o papel de Homem de Lata.
No elenco original Judy Garland – Dorothy/ Frank
Morgan – Mágico de Oz/ Ray Bolger – Espantalho/ Bert Lahr – Leão/ Jack Haley - Homem
de Lata/ Billie Burke – Glinda/ Margaret Hamilton - Bruxa do Oeste e dirigidos
por Victor Fleming.
Assim chega ao fim mais uma inovação. Assista Oz, Mágico e Poderoso (Oz:
The Great and Powerful, 2013), cumpre o que promete.
Se gostar ou não dê sua opinião sobre a coluna.
Kelly Lima
terça-feira, 14 de maio de 2013
pablo & os filmes: Coluna Innovare - Parte 2: Star Wars (Guerra nas E...
Em tempos que a Disney comenta sobre
Star Wars VII, que haverá participações do elenco original, não poderíamos
deixar de lado esse mais do que clássico filme de ficção cientifica.
Todos conhecem a história, né? Luke
era apenas um jovem quando seu tio compra dois robôs e ele recebe uma estranha
mensagem da Princesa Léia para o jedi Obi-Wan Kenobi. No decorrer da história,
conhecemos o melhor vilão de todos os tempos, meu personagem favorito e de
muitos cinéfilos.
Para
nosso querido Luke Skywalker, escolhi o talentoso Garrett Hedlund, que estreou
em Tróia (Troy, 2004) e chamou a atenção de todos em Tron – O Legado como Sam
Flynn e mostrou seu talento em Na Estrada (On the Road, 2012), bom ator ainda
em desenvolvimento hollywoodiano...
Como
Princesa Léia Organa, a meiga e talentosa Mia Wasikowska, representaria muito
bem a personagem rebelde que Carrie Fisher nos apresentou. Pode ser vista em
excelentes atuações em Minhas Mães e Meu Pai (The Kids Are All Right , 2010), Alice
no País das Maravilhas (Alice in Wonderland, 2010) Jane Eyre, 2011, Albert
Nobbs, 2011 e aguardamos ansiosos sua participação no thriller que estrela com
Nicole Kidman o drama - thriller
Segredos de Sangue (Stoker, 2013). E seu futuro par romântico Han Solo, Josh
Duhamel daria conta do recado, como o mercenário que luta ao lado de Chewbacca
na fantástica nave Millenium Falcon, com humor ácido e pontual. Josh Duhamel é
conhecido como Danny McCoy da série Las Vegas, no cinema atuações marcantes na
franquia Transformers, nas comédias românticas Quando em Roma (When in Rome,
2009) e Juntos Pelo Acaso (Life as We Know It, 2010) e agora com os recentes Fogo
contra Fogo (Fire with Fire, 2012) e em Um Porto Seguro (Safe Haven, 2013).
Para
Ben Obi-Wan Kenobi, mentor de Luke, Russell Crowe poderia voltar a ser um dos
mocinhos, após interpretar Javert no musical Os Miseráveis (Les Misérables,
2012) e esteve em quase todos os filmes de Ridley Scott. Como subordinado de
Lord Vader Grand Moff Tarkin, ninguém menos que Gary Oldman, que arrasou (como
sempre) no último clipe de David Bowie e arrebenta em sua participação na saga
Harry Potter, como Sirius Black.
Não poderiam faltar os simpáticos robôs C-3PO e R2-D2, para o falante e excêntrico
C-3PO - Alan Cumming, que aos poucos tornou seu personagem na série The Good
Wife coadjuvante para principal, no cinema interpreta o Noturno na franquia
X-Men, está fabuloso no drama Any Day Now e especialmente de Game of Thrones o
Sr. Peter Dinklage que combinaria com a personalidade de R2-D2 que agora também
fará parte do elenco de X-Men Dias de um Futuro Esquecido (X-Men: Days of
Future Past, 2014).
Uma
novidade na coluna é buscar um diretor para o clássico inovado, para “substituir”
George Lucas, acredito que Ridley Scott executaria e cumpriria as expectativas
de ficção científica.
Escrever
sobre elenco de Star Wars e não falar sobre Darth Vader, quase impossível,
achar alguém para substituir o insubstituível, por isso Lord Vader não será
inovado.
Essa semana é isso, obrigada pela
colaboração de todas as pessoas que pedi opiniões e discuti algumas inovações, hehe.
Até mais.
Kelly Lima
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